O Coletivo Canduras e Artes foi criado em 2013 pelo diretor de teatro Edinilson Motta Pará e pela arte-educadora Cilene Canda com o objetivo de construir um espaço para o fazer artístico através de montagens teatrais, cursos e workshops. Várias pessoas foram se agregando, o tornado um grupo de artistas unidos para conceber de forma colaborativa e produzir um local destinado a pequenos diálogos e intercâmbios artísticos. A sede do Coletivo Canduras e Artes é uma sala na Rua Carlos Gomes voltada para ensaios, debates, reuniões, cursos e oficinas no campo das artes, da educação e da cultura. A intenção do coletivo é produzir momentos de trocas e diálogos no campo artístico em uma região da cidade de Salvador quase restrita circulação da arte: o centro. Visa-se sensibilizar esta população de baixo acesso à arte, transeuntes e consumidores local para apreciar expressões artísticas e canduras. O coletivo já produziu o esquete de contação de estórias infantis Essa Toalha Tem Estória, junto com a musicista Sálua Chequer, em 2013; o espetáculo teatral A Atriz Que Não Sabia Morrer, em 2014, com Marcos Machado e Irema Santos; em 2015, o recital de poesia Nós por Acaso: Um Caso de Poesia, com os atores Marcos Machado, Alda Valéria, Cilene Canda e o músico Ives Sahar e o espetáculo teatral "Quaderna, O Encantado" inspirado no protagonista de A Pedra do Reino de Ariano Suassuna, com o ator Ricardo Stewart, o músico Igor Reis e direção e texto de Edinilson Motta pará.  Além dos citados, fazem parte do grupo o cordelista Sérgio Baialista e a designer gráfico Milena Leite.